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Decisão Comunicação

Três dicas para fazer um video bombar na internet

5 de abril de 2009

Gustavo , essa é pra você. Achei muito interessante essa materia sobre vídeos virais e tem tudo haver com nossa conversa na semana anterior…

Por Daniel Hessel | 02/04/2009 - 12:03
Uma quantidade enorme de publicitários e marqueteiros quebram a cabeça todos os dias para bolar um vídeo que se propague em ritmo de epidemia pela rede. É uma tarefa complicada — mesmo porque os internautas tendem a ser bastante arredios a mensagens explicitamente comerciais.

O consultor Matt Cutler, vice-presidente de análise de marketing da consultoria americana Visible Measures, publicou um ótimo artigo sobre o assunto no Advertising Age, com três dicas quer ajudam a garantir o sucesso de um vídeo viral:

1) Faça uma distribuição esperta O processo de compartilhamento de vídeos não se restringe ao You Tube. Há uma diversidade enorme de sites de compartilhamento (a Wikipedia lista 54 deles), cada um com público específico. A questão é escolher o site certo para o tipo de público que se pretende atingir.

2) Valorize profundidade, não a abrangência Campanhas virais bem sucedidas não despejam seu filme em todos os sites possíveis na tentativa de atingir o máximo de audiência. Os vídeos campeões de audiência costumam sair em no máximo cinco sites, com forte trabalho de relações públicas em blogs e mídia especializada. O objetivo é alavancar o vídeo diretamente para a lista dos mais vistos em um número limitado de sites

3) Não mostre tudo Um dos segredos do vídeo viral é deixar um ar de mistério, como acontece em campanhas como a do Jerry Seinfeld e Bill Gates para a Microsoft. Os vídeos mais bem sucedidos da internet deixam sempre aquelas dúvida: será que isso aconteceu mesmo?

Veja abaixo um vídeo campeão de audiência da empresa de celular T-Mobile lançado em janeiro e que já alcançou 7 milhões de pessoas.

T-mobile

O Google vai arrematar o Twitter?

4 de abril de 2009

Por Camila Fusco | 03/04/2009 - 09:33
O TechCrunch publicou na noite de quinta-feira que o Google já está negociando a compra do Twitter. Ainda não há um valor acertado, mas existe a probabilidade de que o negócio seja fixado em torno de 250 milhões de dólares. No ano passado, o Twitter recusou uma proposta do Facebook que beirava o dobro desse preço.

Na tarde desta sexta-feira, a blogosfera está ainda mais movimentada a respeito do assunto. O blog All Things Digital disse que a informação não é verdadeira e que as companhias estão, na realidade, em discussões sobre produtos. Já o co-fundador do Twitter, Biz Stone, não confirmou e nem desmentiu a hipótese em seu blog, apenas disse que “não deveria ser surpresa o Twitter manter discussões com outras companhias regularmente sobre vários temas”. “Nosso objetivo é construir uma empresa rentável, independente e estamos apenas começando”, disse.

O que se comenta no mercado é que o real valor do microblogging está nas buscas. Como diz o TechCrunch, o Twitter tem as chaves para o melhor banco de dados em tempo real e para as ferramentas de busca na internet. Se realmente o negócio se concretizar, o Google terá o desafio de fazer dinheiro com o Twitter, assim como ainda batalha para rentabilizar o YouTube, comprado por 1,65 bilhão de dólares em 2006. O serviço fatura cerca de 250 milhões de dólares por ano, representando pouco mais de 1% do faturamento total da empresa.

Na semana passada, circulou a informação de que o Twitter estava buscando um modelo de negócios pago. Seria um modelo em que os usuários pagariam por contas comerciais para receber uma versão ampliada do serviço.

ZEEBO

4 de abril de 2009

Acabo de ver no portal exame essa grande sacada da Tectoy Lançar um console Brasileiro capaz de lutar contra a- pirataria. fantástico!!! agora é ver a qulidade dos jogos e dos gráficos.

Um “Wii” made in Brazil
O Zeebo, concebido e patenteado pela Tectoy, inova para driblar a pirataria de jogos e quer conquistar o mundo emergente

Em um mês, os consumidores do Rio de Janeiro serão os primeiros do mundo a poder comprar um novo videogame desenvolvido no Brasil e que tem tudo para representar uma das maiores inovações dos últimos tempos na bilionária indústria dos jogos eletrônicos. O console chama-se Zeebo e é produzido por uma empresa de mesmo nome, controlada pela brasileira Tectoy e que tem como sócia a Qualcomm, companhia americana detentora de tecnologias de mobilidade. A grande inovação do Zeebo não está na qualidade de seus gráficos nem no tipo de jogo que ele oferece. O que o videogame brasileiro traz de novidade - pela primeira vez em todo o mundo - é o sistema de venda dos jogos. Os discos foram abandonados. O Zeebo tem um chip de telefone celular embutido, e os donos do console poderão baixar os games diretamente para o aparelho usando a rede de telefonia móvel. Com esse novo modelo de negócios, o Zeebo quer aproveitar o novo e crescente mercado dos consumidores de baixa renda brasileiros e de outros emergentes - e, ao mesmo tempo, atacar um problema que na prática torna inviável o mercado nesses países: o domínio absoluto dos jogos piratas.

CEO da Tectoy detalha o Zeebo O Zeebo é criação de Reinaldo Normand, um mineiro de 33 anos que começou a carreira como jornalista especializado em games e depois se mudou para o outro lado do balcão. “Outras pessoas podem ter pensado a mesma coisa”, afirma Normand. “Mas eu estava no lugar certo e na hora certa.” O lugar certo é a Tectoy, empresa que ganhou notoriedade no país nos anos 80 e 90 por vender consoles como o Master System, mas que nos últimos anos vinha enfrentando um lento e doloroso declínio. A hora certa foi o início de 2006, de acordo com Normand, que na época gerenciava a equipe que desenvolvia games para celulares e hoje é vice-presidente da Zeebo Inc., em San Diego, na Califórnia. Foram necessários três anos de trabalho e quase 8 milhões de dólares em investimento para que a ideia virasse realidade. Além da equipe brasileira, empresas argentinas, americanas, chinesas, japonesas e francesas participaram do projeto. Agora, a pouco mais de um mês do lançamento oficial, a expectativa é grande - no Brasil e também no exterior.

O mercado de consoles é dominado por gigantes internacionais, como Nintendo (dona do Wii), Sony (do PlayStation 3) e Microsoft (do Xbox 360), mas a estratégia da Zeebo não é concorrer diretamente com os videogames de última geração. A empresa vai concentrar os esforços em consumidores mais jovens, de até 13 anos de idade, e naqueles que não fazem questão dos gráficos hiper-realistas dos aparelhos mais modernos. A ideia é buscar um consumidor que em geral é desprezado pela indústria de games e que acaba comprando um console quando ele está tecnologicamente defasado. Tradicionalmente, os consoles contam com peças desenhadas exclusivamente para os videogames e têm um poder computacional alto, o que lhes garante um ciclo de vida mais longo e permite criar jogos visualmente mais sofisticados. O Zeebo, ao contrário, foi montado com peças de prateleira. O chip da Qualcomm, por exemplo, é usado em celulares. Um dos controles que acompanham o console é equipado com um sensor que traduz os movimentos do equipamento em comandos na tela, chamado acelerômetro, que também é um item encontrado em outros eletrônicos.

Apesar de não ser tecnicamente comparável aos três grandes, a empresa afirma que o modelo de jogos por download pelo ar já permite chamar o Zeebo de equipamento da nova geração. “Não temos nenhuma mídia física, e isso ninguém fez até hoje”, diz Ricardo Clementino, diretor de tecnologia da Tectoy. A sociedade com a Qualcomm, nesse sentido, foi fundamental. Além de ser dona do design de chips usados por fabricantes de celulares de todo o mundo, a Qualcomm trouxe para o Zeebo a base do sistema de software que vai permitir o download dos jogos e os sistemas de controle antipirataria. Os jogos são vendidos somente na loja virtual da Zeebo - que será acessada pela rede da Claro, sem cobrança adicional. Todos os títulos comprados ficam armazenados dentro do console. Mesmo que hackers consigam extrair o arquivo para um pen drive com a intenção de utilizá-lo em outro aparelho, o software será capaz de identificar a cópia ilegal, segundo Clementino.

Do lado técnico, a receita parece sólida. Mas existem dois outros obstáculos essenciais que têm de ser superados para o Zeebo decolar. O primeiro deles é o preço. A Tectoy ainda não anunciou o valor definitivo do console. No fim do ano passado, falou-se em 599 reais. Ainda existe a expectativa de que o preço caia um pouco até o lançamento. Os jogos devem variar de 9,90 a 29,90 reais. São valores mais baixos do que os dos concorrentes da geração atual, tanto no hardware como no software - como comparação, o Wii, console mais barato entre os três, sai por cerca de 2 000 reais por aqui, com os impostos de importação. Mas o mercado de games que importa no Brasil é o da ilegalidade, e no mercado negro é possível comprar um PlayStation 2 por cerca de 400 reais. Mais: o aparelho roda jogos piratas, que custam aproximadamente 10 reais. Ainda assim, vale lembrar que os equipamentos contrabandeados raramente se beneficiam de facilidades como parcelamento e assistência técnica, dois diferenciais que o Zeebo vai oferecer.

O desafio mais importante, porém, é de outra ordem: angariar a comunidade de desenvolvedores de jogos. De nada adianta um equipamento moderno ou cujo modelo de negócios é bem amarrado se não houver jogos de interesse dos consumidores. “Já contamos com 15 empresas para criar jogos, e dezenas de brasileiros demonstraram interesse em criar conteúdo para o Zeebo”, diz o americano John Rizzo, presidente da Zeebo Inc. nos Estados Unidos e responsável pela divulgação internacional da marca. Apesar das declarações otimistas, atrair os programadores não será tarefa simples. Nunca houve tantas plataformas concorrentes. Além dos consoles, há jogos casuais na web, games portáteis e um concorrente que está chamando a atenção de toda a indústria: o combo iPhone/iPod Touch. Mais de 30 milhões de unidades dos aparelhos já foram vendidas, e a Apple anunciou recentemente mais flexibilidade nos modelos de negócios oferecidos para os parceiros maximizarem suas receitas.

Além de ainda não contar com uma plataforma estabelecida, o Zeebo terá de oferecer uma estrutura de apoio aos programadores e, principalmente, regras claras de divisão das receitas. Até agora, o modelo ainda não foi definido. “A intenção é que o criador de jogos fique com pelo menos 50% do valor líquido da venda”, diz Reinaldo Normand, o idealizador do console. Mas, mesmo com as incertezas e a complexidade do negócio de games, depois de muitos anos o otimismo voltou aos corredores da Tectoy, em São Paulo. Até o Dia das Crianças, em outubro, a empresa espera estar presente em todo o país. Depois do Brasil, a expectativa é que o Zeebo seja lançado em outros países, como México, China e Índia. Fernando Fischer, presidente da Tectoy, acredita até mesmo na abertura de capital da Zeebo Inc. em algum momento do futuro. Antes de chegar a Wall Street, porém, a Tectoy vai ter de conquistar milhões de lares emergentes - e, se conseguir essa proeza, terá atingido um sucesso inédito para uma empresa de tecnologia brasileira.

Reduzir Custos com Inteligência

9 de março de 2009

Não basta reduzir custos. É preciso administrá-los de modo a reforçar o POSICIONAMENTO ESTRATÉGICO da empresa e fazer isso junto com clientes e fornecedores. É o que defende Robin Cooper em entrevista para a revista HSM Management. Ele trabalhou com Robert Kaplan na elaboração da ferramenta ABC (Activity based cost).

Por exemplo, um hospital que reformula seu processo de internação para torná-lo mais rápido, simples e menos estressante para seus pacientes, obtém uma VANTAGEM COMPETITIVA sobre seus concorrentes e tende a atrair mais clientes. Seu posicionamento estratégico saiu reforçado.
Por outro lado, uma empresa aérea que decide demitir o funcionário que orienta os passageiros sobre que fila pegar no aeroporto, causando stress aos seus clientes, está tomando uma atitude que prejudica seu posicionamento estratégico.

Iniciativas como a da empresa aérea deveriam ser chamadas de PROGRAMAS DE REDUÇÃO DAS RECEITAS. Afinal é isso mesmo que elas fazem.

Para uma gestão de custos alinhada com a estratégia da empresa, é necessário se avaliar toda a cadeia de valor, envolvendo clientes e fornecedores. Em posts futuros vamos ver como fazer isso na prática.

Até lá.

Bons Negócios!

Marketing e Negócios

6 de março de 2009

Oi teve crescimento recorde em 2008

A operadora, que conquistou 8,7 milhões de novos clientes, anuncia investimentos de até R$ 6 bilhões neste ano

A operadora de telefonia móvel Oi anunciou nesta quinta-feira, 5, que obteve um crescimento recorde em 2008, com a conquista de 8,7 milhões de novos clientes e um lucro líquido de cerca de R$ 1,2 bilhão. A cifra supera em mais de 3 milhões de clientes a previsão feita no início do ano passado para sua base de usuários.

O ano passado foi estratégico para a operadora, com o lançamento do serviço de telefonia móvel em São Paulo, a aquisição da Amazônia Celular e a anuência prévia para a compra da Brasil Telecom (BrT). No final de dezembro, a empresa contabilizava 40,4 milhões de usuários no total, sendo 2 milhões no serviço de telefonia móvel lançado em outubro, em São Paulo.

A meta para 2009 é direcionar os esforços para a conquista de mercado e a convergência de serviços, com investimentos operacionais entre R$ 5 bilhões e R$ 6 bilhões. Os recursos - que representam a operação integrada da Oi com a BrT - serão destinados principalmente à expansão dos serviços de banda larga, mobilidade e TV por assinatura. O valor, conforme informou a operadora em comunicado oficial, não inclui o montante desembolsado em janeiro na aquisição da BrT, efetivada por cerca de R$ 5,4 bilhões

Visão Estratégica

5 de março de 2009

outdoor1

Confiança, acreditar e ter uma visão privilegiada foram os motivos que fizeram com que o Dimas Automóveis apostasse na contratação do apresentador Gilberto Barros (Leão) para estrelar uma série de campanhas promocionais de Carros Usados. Nada de diferente não fosse o fato desta decisão ter sido tomada em Novembro 2008. “Novembro negro” para concessionárias de automóveis no mundo todo. Junte isto ao fato de SC ter sido castigada com as fortes Chuvas e você pode imaginar a perspectiva naquele momento.

Esta ação, somada a medidas economicas do Governo, fizeram o Dimas atingir suas metas em vendas de carros usados, diminuindo seus estoques e aumentando sua capacidade de vender veículos Okm se aproveitando da Redução do IPI.

Enfim, medidas ousadas e com grande dose de confiança e capacidade de remar contra maré fazem do Dimas Automóveis uma das Melhores Concessionárias Ford do Brasil e a revenda mais conceituada do Estado de Santa Catarina conquistando 8 X o prêmio Top Of Mind.

abraços…

Maiores Anunciantes 2008

5 de março de 2009

Acompanhe a evolução dos investimentos de comunicação no comparativo 2007 / 2008 que segue abaixo.

Os maiores anunciantes de 2008 no Brasil

A rede Casas Bahia foi, de novo, o maior anunciante do Brasil em 2008.

Segundo levantamento anual do Ibope Monitor divulgado hoje, o grupo investiu R$ 3 bilhões em mídia no ano passado - cerca de 10% mais do que em 2007.

Mas o maior crescimento de investimento publicitário foi do setor automotivo: as montadoras encorparam as cifras de mídia em 35%. E as campanhas de varejo automotivo tiveram alta de 44%.

Todas as principais marcas de automóveis investiram mais em 2008, sendo que o desempenho mais impressionante é o da Hyundai Caoa, com incremento de 82% em relação a 2007. Também cresceram acima da média do mercado a Volkswagen (40%), a Fiat (27%), a Ford (21%) e a Peugeot Citroën (21%). A única que registrou crescimento abaixo da média foi a GM (7%).

O crescimento médio de todo o mercado foi de 12%, com o investimento apurado pelo Ibope Monitor subindo de R$ 51 bilhões para R$ 58 bilhões.

Abaixo, o ranking dos 30 maiores anunciantes de 2008. A lista leva em conta os valores de tabelas que os veículos dizem cobrar, sem considerar os descontos concedidos. Além disso, são desconsiderados os anunciantes govenamentais cujas verbas são destinadas a campanhas públicas.

Top 30 Anunciantes

Jan a Dez 2008

Jan a Dez 2007

em R$ 000

em R$ 000

CASAS BAHIA

3.075.148

2.765.590

UNILEVER BRASIL

1.748.672

1.423.110

AMBEV

655.705

537.030

CAIXA (GFC)

629.180

581.703

FIAT

627.744

493.091

FORD

618.495

512.203

VIVO

509.639

435.623

VOLKSWAGEN

487.561

349.132

COLGATE PALMOLIVE

481.057

401.016

GENERAL MOTORS

470.591

441.208

HYPERMARCAS

468.037

69.667

HYUNDAI CAOA

451.036

247.634

PETROBRAS (GFC)

444.867

396.250

CLARO

422.108

405.957

BCO DO BRASIL (GFC)

403.292

373.151

RECKITT BENCKISER

392.028

254.156

BRADESCO

390.889

389.464

PEUGEOT CITROEN

386.796

319.694

PONTO FRIO

363.003

367.425

ITAU

339.267

296.508

INSINUANTE

336.014

330.533

GRUPO PAO DE ACUCAR

326.720

364.520

COCA COLA

321.271

333.264

OI

289.214

222.402

TIM BRASIL

285.539

275.113

AVON

284.464

250.239

UOL

255.929

247.318

CERVEJARIA PETROPOLIS

250.211

129.631

KAISER

248.092

296.234

HSBC

247.409

258.627

Você enxerga sua empresa como um Sistema?

5 de março de 2009

Um dos conceitos básicos de gestão é o de Sistema Organizacional. Ele diz que a empresa é composta de várias partes que se interagem ativamente. Ações isoladas em uma área geralmente perdem a eficácia e o empresário acaba achando que aquela atitude não era correta ou não foi bem executada.

A empresa como um sistema

A empresa como um sistema

Por exemplo, uma empresa X deseja aumentar as suas vendas em 30% este ano. Praticamente todas as áreas da empresa serão afetadas. Caso ela tenha capacidade produtiva ociosa, fica mais fácil. Ela não vai precisar investir tanto na compra de máquinas. Todo o resto será afetado. O pessoal de compras deve rever os seus acordos com fornecedor, tentando ganhar em escala, o marketing deverá apresentar e implementar um plano novo que possibilite alcançar este objetivo (aumentar 30% as vendas). O RH vai ter que contratar e treinar mais pessoas. O financeiro deve captar recursos para o financiamento, se for o caso. E a liderança deve coordenar tudo isso.

A genial Teoria das Restrições, do físico israelense Eliyahu Goldratt e exposta inicialmente no livro “A Meta” (1984), diz que a capacidade produtiva da empresa é definida pela área mais vulnerável (gargalo). O objetivo do gestor é identificar estes gargalos e eliminá-lo. Não adianta cada setor trabalhar no máximo da sua capacidade. Isso só vai gerar trabalho acumulado nos “gargalos”. O importante é que o processo tenha uma fluidez. Para isso todos devem ter o mesmo ritmo.

Pense nisso.

Como uma bactéria salvou a Danone

5 de março de 2009

O artigo completo está na HSM de dezembro de 2007.

Com o sucesso do Plano Real as vendas de iogurte praticamente haviam dobrado em 1995, o que inclusive chegou a dar a este produto o status de símbolo da estabilidade econômica. A Danone, maior fabricante brasileira tinha tudo para obter um lucro espetacular. Bem, não foi o que aconteceu. Devido a entrada de vários concorrentes no mercado aquecido, houve uma guerra de preços. Aí já viu, as margens de lucro despencaram. Em 2003 a Danone registrara prejuízo de 25 milhões de reais e ameaçava fechar a operação no Brasil. A chegada de um executivo argentino, Gustavo Valle, porém, mudou tudo em 2 anos. Ao invés de demitir pessoal cortando custos – saída mais ortodoxa em momentos de crise – ele investiu num produto de valor elevado (40% mais caro que os iogurtes normais) mas com um conceito diferente, era um alimento funcional. Seu nome: Actívia. Mas não foi só um bom produto que fez a história diferente. Desde a chegada do novo executivo duas coisas decisivas ocorreram: a) a Danone investiu mais de 100 milhões de reais em campanhas publicitárias (havia 7 anos que a empresa não investia pesado) e promoveu uma reestruturação interna no nível gerencial de alto escalão. Ou seja, a combinação de um bom produto, um time competente e motivado, investimento em marketing e vendas e liderança forte foi o que fez a Danone voltar a dar lucros e bater concorrentes de peso como a Nestlé.

Vale lembrar também que, além do aumento das vendas, as margens também foram aumentadas. A Danone passou a imprimir na embalagem o preço final do produto. No início as vendas diminuíram 20% mas, em 2 meses, voltaram ao normal.

Que isso sirva de exemplo nessa época de crise.

Até a próxima.

BEM VINDOS

2 de março de 2009

Bom dia!!

Seja bem vindo ao nosso Blog , esperemos que esse canal seja uma excelente fonte de informação e também inspiração. Nele poderemos acompanhar cases, histórias, artigos entrevistas, curiosidades e muitas ideias para vender mais e melhor, assim mesmo sem acento.

Sem mais conversa vamos para o que interessa, poque quem quer vender mais e melhor não tem tempo pra perder certo?

abs

Rafael N Santos