<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?>
<rss version="2.0"
	xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"
	xmlns:wfw="http://wellformedweb.org/CommentAPI/"
	xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/"
	xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom"
	xmlns:sy="http://purl.org/rss/1.0/modules/syndication/"
	>

<channel>
	<title>Decisão</title>
	<atom:link href="http://www.decisaonet.com.br/blog/feed" rel="self" type="application/rss+xml" />
	<link>http://www.decisaonet.com.br/blog</link>
	<description>Só mais um blog do WordPress</description>
	<pubDate>Thu, 10 Mar 2011 12:59:41 +0000</pubDate>
	<generator>http://wordpress.org/?v=2.7.1</generator>
	<language>en</language>
	<sy:updatePeriod>hourly</sy:updatePeriod>
	<sy:updateFrequency>1</sy:updateFrequency>
			<item>
		<title>Teste para acordar</title>
		<link>http://www.decisaonet.com.br/blog/2011/03/10/teste-para-acordar</link>
		<comments>http://www.decisaonet.com.br/blog/2011/03/10/teste-para-acordar#comments</comments>
		<pubDate>Thu, 10 Mar 2011 12:59:38 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Decisão</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Brindes]]></category>

		<category><![CDATA[alarme]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.decisaonet.com.br/blog/?p=533</guid>
		<description><![CDATA[Despertador japonês faz quiz de lógica para usuário já acordar ligadão
Vamos combinar que ser acordada por um despertador não é uma das tarefas mais prazerosas da vida. Principalmente se você está naquela semana cheia de trabalho ou mergulhada em um sonho incrível.
Pra fazer nosso cérebro acordar já &#8220;ligado&#8221;, uma revista japonesa apresentou um despertador que [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><em><span style="text-decoration: underline;">Despertador japonês faz quiz de lógica para usuário já acordar ligadão</span></em></p>
<p>Vamos combinar que ser acordada por um despertador não é uma das tarefas mais prazerosas da vida. Principalmente se você está naquela semana cheia de trabalho ou mergulhada em um sonho incrível.</p>
<p>Pra fazer nosso cérebro acordar já &#8220;ligado&#8221;, uma revista japonesa apresentou um despertador que aplica testes de lógica quando seu usuário for ativar a soneca. Desenvolvido pelo designer Oliver Sha e com o slogan <em>Wake Up Smarter</em> (acorde mais esperto), o IQ Alarm funciona da seguinte forma: para prolongar o sono, é necessário responder de uma a três questões de lógica com níveis de dificuldade ajustáveis. A intenção é que ao final do mini-questionário o cérebro já está desperto e se torne mais fácil acordar.</p>
<p>Será mesmo que daria certo? Você teria paciência de responder ao quiz quando ainda nem bem acordou? Ou será que ativaria seu cérebro e acordaria mais disposta? Conta pra gente o que você achou da invenção!<br />
<em>(fonte:revistatpm)</em></p>
<p><img class="alignright size-full wp-image-536" title="alarm2" src="http://www.decisaonet.com.br/blog/wp-content/uploads/2011/03/alarm2.bmp" alt="alarm2" /></p>
<p><img class="alignright size-full wp-image-534" title="alarm1" src="http://www.decisaonet.com.br/blog/wp-content/uploads/2011/03/alarm1.bmp" alt="alarm1" /></p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.decisaonet.com.br/blog/2011/03/10/teste-para-acordar/feed</wfw:commentRss>
		</item>
		<item>
		<title>Azul busca se aproximar do cliente com programa de fidelidade</title>
		<link>http://www.decisaonet.com.br/blog/2011/02/25/azul-busca-se-aproximar-do-cliente-com-programa-de-fidelidade</link>
		<comments>http://www.decisaonet.com.br/blog/2011/02/25/azul-busca-se-aproximar-do-cliente-com-programa-de-fidelidade#comments</comments>
		<pubDate>Fri, 25 Feb 2011 12:26:57 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Decisão</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Artigo]]></category>

		<category><![CDATA[azul]]></category>

		<category><![CDATA[fidelidade]]></category>

		<category><![CDATA[gol]]></category>

		<category><![CDATA[relacionamento]]></category>

		<category><![CDATA[tam]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.decisaonet.com.br/blog/?p=530</guid>
		<description><![CDATA[Companhia disputa espaço com gigantes como Tam e Gol que têm cerca de 16 milhões de consumidores cadastrados
Programa de fidelidade é praticamente um elemento obrigatório na estratégia das companhias aéreas. Acumular milhas ou pontos é tradição em empresas como Tam e Gol. O desafio é fazer destas iniciativas uma plataforma, não apenas de retenção de [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<h4>Companhia disputa espaço com gigantes como Tam e Gol que têm cerca de 16 milhões de consumidores cadastrados</h4>
<p>Programa de fidelidade é praticamente um elemento obrigatório na estratégia das companhias aéreas. Acumular milhas ou pontos é tradição em empresas como Tam e Gol. O desafio é fazer destas iniciativas uma plataforma, não apenas de retenção de clientes, mas também de relacionamento. Esta é a proposta da Azul com o seu Tudo Azul e, mais recentemente, o Safira. Ao contrário das principais concorrentes, os programas de fidelidade da Azul se baseiam em acúmulo créditos que podem ser utilizados na compra de outras passagens.</p>
<p>A cada viagem, o cliente Tudo Azul recebe o equivalente a 5% do valor da tarifa como crédito em sua conta. Assim, a partir de vouchers de R$ 50,00, é possível utilizar tanto para a compra integral de um bilhete, quanto para desconto em novas passagens. Já o cartão Tudo Azul Safira é reservado para os passageiros Vips, aqueles mais frequentes. A oferta vale para quem acumular o mínimo de 1000 créditos de voo dentro de um mesmo ano. Sendo promovido a cliente Safira, o consumidor passa a ganhar 10% sobre sua tarifa, aém de vantagens como check-in diferenciado e promoções exclusivas ou em primeira mão.</p>
<p>A Azul iniciou seu programa de relacionamento em 2009. “Começamos em caráter experimental em janeiro e lançamos formalmente em junho. A princípio, a comunicação foi mais boca a boca, trabalhando redes sociais, sem divulgar abertamente. Depois iniciamos algumas ações e lançamos o Safira, em setembro de 2010”, explica Gianfranco Beting, Diretor de Comunicação e Marca da Azul, em entrevista ao Mundo do Marketing.</p>
<p><strong>Multiplus faturou R$ 300 milhões em um trimestre<br />
</strong>Com a operação recente, a Azul não divulga números e diz apenas que os resultados têm sido positivos. A companhia, no entanto, tem um longo caminho a percorrer, se comparado aos números da Tam e da Gol. Em andamento desde 1993, o Tam Fidelidade faz parte do Multiplus Fidelidade e conta com oito milhões de associados que já resgataram 13 milhões de bilhetes nos últimos anos.</p>
<p>Já o Smiles iniciou sua operação em 1994 e foi adquirido pela Gol em 2007. Hoje são 7,4 milhões de clientes cadastrados que acumulam milhas que podem ser convertidas em assentos. Com um faturamento de R$ 300 milhões apenas no terceiro trimestre de 2010, o Multiplus é um gigante dos programas de fidelidade. Criado em 2009, a iniciativa funciona sob o conceito de rede de empresas e conta com 125 parceiros espalhados em 10.500 estabelecimentos, em que os clientes podem resgatar serviços e produtos a partir dos pontos acumulados.</p>
<p>Das vendas totais do Multiplus, 29,7% é proveniente do Tam Fidelidade. Longe da realidade da concorrência, a Azul reconhece o trabalho de formiguinha que deve ser feito. “Como qualquer programa de milhagem, a relação com os consumidores tem pontos positivos e outros para melhorar. Como a Azul é pequena, às vezes há frustração por parte dos clientes, porque as viagens não cobrem algumas cidades. A abrangência é um fator importante”, acredita o Diretor de Comunicação e Marca da companhia.</p>
<p><strong>Relacionamento ao pé do ouvido<br />
</strong>Mas o porte reduzido do Tudo Azul pode ser também um diferencial para a empresa. Como há menos associados, a companhia consegue manter um relacionamento mais próximo dos clientes. O programa teve início 20 dias após o começo das operações da companhia aérea que, desde então, busca ouvir de perto os consumidores. A empresa investe na atuação em redes sociais e em Marketing Direto, além de distribuir folhetos e divulgar as vantagens do programa na revista de bordo da marca.</p>
<p>Outra ação de destaque foi adesivar um avião da Azul para promover o programa de relacionamento. “Por sermos uma empresa jovem, nossa base é relativamente pequena e nos permite falar como se estivéssemos ao pé do ouvido dos clientes. Fidelizar e encantar os consumidores é trabalhoso, mas também muito interessante. Esperamos que o programa amadureça e se traduza em um número maior de associados”, ressalta Beting.<br />
(Por Sylvia de Sá, do Mundo do Marketing)</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.decisaonet.com.br/blog/2011/02/25/azul-busca-se-aproximar-do-cliente-com-programa-de-fidelidade/feed</wfw:commentRss>
		</item>
		<item>
		<title>11 tendências sustentáveis</title>
		<link>http://www.decisaonet.com.br/blog/2011/02/24/11-tendencias-sustentaveis</link>
		<comments>http://www.decisaonet.com.br/blog/2011/02/24/11-tendencias-sustentaveis#comments</comments>
		<pubDate>Thu, 24 Feb 2011 12:06:48 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Decisão</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Artigo]]></category>

		<category><![CDATA[selo]]></category>

		<category><![CDATA[sustentabilidade]]></category>

		<category><![CDATA[tendência]]></category>

		<category><![CDATA[verde]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.decisaonet.com.br/blog/?p=527</guid>
		<description><![CDATA[*por Ricardo Voltolini
Como as empresas estão comunicando a sustentabilidade no mundo? E, principalmente, o que e de que modo vão comunicar o tema nos próximos anos?
Para responder a essas duas perguntas, Ideia Sustentável – usando a sua metodologia OTS (Observatório de Tendências em Sustentabilidade) – mapeou e identificou 11 tendências. São elas:

1) Consumidores exigentes, mais comunicação [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><em>*por Ricardo Voltolini</em></p>
<p><em></em>Como as empresas estão comunicando a sustentabilidade no mundo? E, principalmente, o que e de que modo vão comunicar o tema nos próximos anos?</p>
<div>Para responder a essas duas perguntas, Ideia Sustentável – usando a sua metodologia OTS (Observatório de Tendências em Sustentabilidade) – mapeou e identificou 11 tendências. São elas:</div>
<div></div>
<div><strong>1) Consumidores exigentes, mais comunicação </strong></div>
<div>Esse é um movimento que tende a se expandir em todo o mundo em resposta ao crescente interesse dos consumidores e às demandas por mais transparência.</div>
<div>O estudo sobre marcas verdes ImagePower (Cohn&amp;Wolfe, Landor Associates e Penn Schoen Berland, em parceira com a Esty Environmental Partners), realizado em 2010  com 9 mil entrevistados em 8 países, incluindo o Brasil, revelou que 60% dos consumidores querem comprar produtos de empresas sustentáveis.</div>
<div></div>
<div><strong>2) Inovação puxa comunicação de produtos </strong></div>
<div>A valorização da sustentabilidade como vantagem competitiva tem levado cada vez mais empresas a comunicar não só aspectos convencionais como reciclagem e pegada de carbono, mas também iniciativas amplas relacionadas a produtos verdes.</div>
<div></div>
<div>Assim, compromissos efetivos com soluções para as mudanças climáticas seguem em alta nos Estados Unidos e na Europa, em virtude da relevância da questão e da crescente sensibilidade dos consumidores em relação a ela.</div>
<div></div>
<div><strong>3) A velha história da lição de casa primeiro…</strong></div>
<div>Cada vez mais empresas estão preocupadas em melhorar o desempenho em sustentabilidade antes de comunicá-la. A ideia parece óbvia, mas a história recente mostra que, contrariando o bom senso, muitas companhias quebraram a cara por botar o discurso a léguas da prática. Você, leitor, certamente conhece pelo menos uma empresa brasileira que cometeu esse equívoco. Arrisque fazer a sua listinha.</div>
<div></div>
<div><strong>4) Mensagem valoriza o desempenho do produto, o bolso do consumidor e a contribuição para o planeta. Tudo ao mesmo tempo.</strong></div>
<div>O desempenho do produto aliado à sustentabilidade é outra tendência que apareceu no radar. As primeiras ações de comunicação, adotavam um tom mais institucional. Agora, elas estão tratando a produção dos produtos e ainda contam com a “vantajosa” interação do consumidor.</div>
<div></div>
<div>Em um recente estudo sobre a comunicação da sustentabilidade no ponto de venda, a consultoria canadense Stratos identificou um crescimento no número de empresas que procuram “vender” ao consumidor a ideia de um benefício muito claro para a escolha de produtos mais sustentáveis. É o caso da P&amp;G, com o seu papel-toalha Bounty Select a Size, que permite ao consumidor selecionar o tamanho das folhas de modo a evitar desperdício.</div>
<div></div>
<div><strong>5) Simples é melhor</strong></div>
<div>Considerando ainda o ponto de venda, observa-se uma tendência pela simplificação da mensagem da sustentabilidade. Um exemplo ilustrativo dessa tendência é a Marks&amp;Spencer, maior rede de lojas de departamento do Reino Unido.</div>
<div></div>
<div>A rede britânica implantou uma campanha chamada Plano A, na qual transforma 100 compromissos em cinco pilares (Mudanças Climáticas, Resíduos, Matéria-Prima Reciclável, Parcerias Justas e Saúde), devidamente identificados por ícones. “Cinco anos. Cinco compromissos. 100 coisas para mudar. Porque temos apenas um mundo. E o tempo está acabando”.</div>
<div></div>
<div>A intenção é comunicar rápido e de modo simples, com o intuito de fortalecer vínculos com consumidores cada vez mais bombardeados por informação verde. Uma inspiração para empresas varejistas brasileiras.</div>
<div></div>
<div><strong>6) Verificação externa funciona como avalista</strong></div>
<div>Cada vez mais empresas estão recorrendo à verificação externa e independente para validar suas estratégias verdes e metas de sustentabilidade corporativas. Na França, Alemanha e China, por exemplo, os consumidores se orientam quase que exclusivamente pelos selos de certificação.</div>
<div></div>
<div><strong>7) Natural em alta</strong></div>
<div>Tudo o que é “natural” segue em alta. Cada vez mais empresas se socorrem no procedimento de comunicar, nos rótulos, o “quão natural” é o produto.</div>
<div></div>
<div>Reconhecida como a “marca mais verde” dos EUA, segundo o estudo ImagePower-2010, a Burt´s Bees, empresa de produtos de cuidados pessoais, informa em suas embalagens o percentual preciso de “naturabilidade” de cada um deles e apresenta aos consumidores os benefícios de produtos naturais em relação aos convencionais.</div>
<div></div>
<div>Em conjunto com a Natural Products Association, a Burt`s Bees desenvolveu ainda um padrão para produtos de cuidado pessoal naturais, com o objetivo de sensibilizar consumidores num contexto caracterizado pela inexistência de regulação oficial.</div>
<div></div>
<div><strong>8 ) Redes sociais, aí vamos nós! </strong></div>
<div>Cada vez mais empresas vêm utilizando as ferramentas de mídia social para dialogar com públicos de interesse e ampliar o alcance de sua comunicação da sustentabilidade. Os vídeos on-line estão em alta entre os norte-americanos.</div>
<div></div>
<div><strong>9) Preferindo o todo, em vez das partes</strong></div>
<div>Cresce o número de empresas que estão trocando ações pontuais por um posicionamento mais amplo de sustentabilidade. A Timberland é apontada como emblemática dessa tendência, graças à iniciativa do Green Index Label (Rótulo de Índice Verde). A partir de três critérios: emissões de carbono, utilização de produtos químicos e consumo de recursos (a porcentagem, em peso, de materiais reciclados, orgânicos e renováveis), a empresa qualifica de 1 a 10 a “sustentabilidade” do produto.</div>
<div></div>
<div>As informações são registradas em uma etiqueta e disponibilizadas aos consumidores no ponto de venda.</div>
<div></div>
<div><strong>10) O que focam as mensagens</strong></div>
<div>Uma análise do que está sendo mais comunicado no ponto de venda revela uma ênfase à mudanças climáticas e energia – consumo de energia no ciclo de vida e uso do produto, matérias-primas com padrões éticos e ambientais; produtos químicos com segurança, materiais naturais, orgânicos e produtos químicos excluídos; gestão e uso da água; ações relacionadas a causas locais e globais, tais como o comércio justo, que proporcionem algum tipo de economia ao cliente e resultados financeiros para organizações.</div>
<div></div>
<div><strong>11) Marcas sustentáveis mobilizam consumidores, empregados e parceiros</strong></div>
<div>Parece crescer a consciência de que a sustentabilidade é um componente ético fundamental na construção de marcas. E, ainda, que marcas sustentáveis geram uma aura de simpatia e interesse. Criam audiências, favorecem proximidade e despertam confiança.</div>
<div></div>
<div><em>Fonte: Agenda Sustentável.</em></div>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.decisaonet.com.br/blog/2011/02/24/11-tendencias-sustentaveis/feed</wfw:commentRss>
		</item>
		<item>
		<title>O que é luxo para a classe C?</title>
		<link>http://www.decisaonet.com.br/blog/2011/02/23/o-que-e-luxo-para-a-classe-c</link>
		<comments>http://www.decisaonet.com.br/blog/2011/02/23/o-que-e-luxo-para-a-classe-c#comments</comments>
		<pubDate>Wed, 23 Feb 2011 12:30:04 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Decisão</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Artigo]]></category>

		<category><![CDATA[c]]></category>

		<category><![CDATA[classe]]></category>

		<category><![CDATA[luxo]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.decisaonet.com.br/blog/?p=523</guid>
		<description><![CDATA[





Tudo é luxo para a classe C. Pelo menos é o que diz uma pesquisa realizada pela Franceschini Análise de Mercado para conceituar o tema abordado no livro Luxo for All, de José Luiz Tejon, Roberto Panzarini e Victor Megido. O levantamento teve como objetivo registrar o que os consumidores emergentes pensam do luxo e [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<table border="0" cellspacing="0" cellpadding="0" width="100%">
<tbody>
<tr>
<td></td>
<td class="texto">
<div>
<p>Tudo é luxo para a classe C. Pelo menos é o que diz uma pesquisa realizada pela Franceschini Análise de Mercado para conceituar o tema abordado no livro Luxo for All, de José Luiz Tejon, Roberto Panzarini e Victor Megido. O levantamento teve como objetivo registrar o que os consumidores emergentes pensam do luxo e indicar caminhos para as empresas que desejam aproveitar o potencial deste segmento.</p>
<p>Marcas como C&amp;A, Riachuello, Carrefour e Marisa foram algumas das mais citadas pelos entrevistados. O estudo, no entanto, indicou que 64% dos consumidores da classe C não têm nenhuma marca de vestuário na memória que esteja ligada a luxo, assim como 62% também não citaram uma loja específica. Os números indicam as oportunidades para as empresas que souberem encantar esses clientes.</p>
<p>Apesar do mercado vivenciar movimentos de companhias como o Grupo Boticário, que lança a marca de cosméticos Eudora investindo principalmente em venda direta para atrair um público diferente da marca mãe, poucas são as companhias que entenderam a necessidade de oferecer o “luxo” que a classe C deseja. Outro exemplo recente é o de Marisa, que lançou a bandeira Marisa Lingerie, sem mudar o foco na classe C, com pontos de venda que pretendem oferecer a melhor experiência de compra possível, orientação e produtos diferenciados.</p>
<p><strong>Metade não associa luxo à ostentação</strong></p>
<p>Em muitos casos, é preciso repensar a estratégia das companhias ou, até mesmo, criar novas marcas, como fez o Grupo Boticário. “As empresas terão que desenhar outro tipo de negócio. Casas Bahia e Marabraz são redes que ficaram enormes respeitando o consumidor, com outra forma de cadastro, de lidar com o cliente, tratar o atraso e abdicar dos juros. Uma atitude às vezes mais respeitosa”, diz Adélia Franceschini, Sócio-Diretora da Franceschini Análise de Mercado, em entrevista ao Mundo do Marketing.</p>
<p>Segundo a pesquisa, no entanto, apenas metade dos entrevistados associam o luxo à representação social do status e da opulência, chamado pelos autores de opolux. O resultado mostra que o caminho para as marcas que querem ser consideradas como luxo para estes consumidores é investir também no lado comportamental e no estilo de vida, e não apenas no material e na ostentação.</p>
<p>Do total, 25% não souberam definir o que seria luxo para si. Já 17% citaram o egolux, luxo íntimo, baseado numa escolha subjetiva, como uma boa casa, contas pagas e poder descansar. Outros 6% citaram ainda o luxo filosófico, que valoriza elementos como a consciência, o desapego, o bom gosto e ter saúde. Mas, para 27% deles, luxo é ter um bom carro, poder viajar, ter conforto e ir a um restaurante com a família, o poplux.</p>
<p><strong>Excelência, Estética, Experiência e Ética</strong></p>
<p>E é no poplux que reside a oportunidade de reposicionamento e estratégia das marcas. “O luxo para a classe C é quase a idealização de uma vida confortável. Esses consumidores têm uma realidade tão oprimida por necessidades básicas, que luxo é a ideia de uma casa boa, um carro novo, entrar no supermercado e comprar de tudo um pouco. Coisas absolutamente adquiridas pela classe média, mas que na classe C passam a ser um sonho, algo quase inatingível”, acredita Adélia.</p>
<p>Por isso terão destaque as marcas que conseguirem tocar minimamente no ideário da classe C. A estratégia deve ter algum ponto de contato com este consumidor. Esta é a diferença entre redes como Carrefour e Walmart, por exemplo. “O Walmart não tem traço de percepção da classe C. Talvez por ser uma rede mais recente, ter um nome estranho para o brasileiro, pela própria estratégia de comunicação, a localização e todos os P’s de Marketing que pesam na percepção – ou não percepção – da marca”, ressalta a executiva.</p>
<p>Para as empresas que desejam praticar o “novo luxo”, o livro – lançado pela Editora Gente – aborda os 4 E’s que podem contribuir para a estratégia com foco nas sociedades emergentes: Excelência, Estética, Experiência e Ética. O primeiro deles refere-se ao comprometimento com produtos e serviços de qualidade assegurada. “Com um problema de renda maior, os consumidores buscam produtos excelentes, corretos, que durem. Isso vai contra a ideia de que, para a base da população, qualquer porcaria serve. O povo está aprendendo a escolher e é necessário ter excelência”, conta José Luiz Tejon, em entrevista ao Mundo do Marketing.</p>
<p>A estética também é essencial, pois clientes emergentes querem o belo, como lojas com arquitetura aconchegante e produtos com design diferente. Já a experiência é o ponto de partida para a venda, os consumidores devem ser acolhidos, tratados com dignidade para que se sintam incluídos. Por fim, a ética é fundamental para garantir um relacionamento sustentável, duradouro e buscar conexões de longo prazo entre marca e cliente.</p>
<p><strong>Novos 4 P’s</strong></p>
<p>Na abordagem do luxo para a classe emergente, os 4 P’s também mudaram. De acordo com o conceito do livro, os executivos devem levar em conta os novos 4 P’s. São eles Pessoas, Paixões, Produtos Cultuados e Pontos de Encontro. “Pessoas”, porque o olhar de atendimento deve ser outro, conter uma visão humanista, antropológica, compreendendo que, mais do que um consumidor, existe uma pessoa com anseios, angústias e desejos, que espera ser atendida.</p>
<p>A “Paixão” é o que vai engajar os clientes. As empresas devem ser apaixonadas pelo que fazem de melhor para transformá-lo em algo importante para as demais pessoas, envolvê-los na causa, seja na produção de bens de consumo ou na prestação de serviços. Consequentemente, os produtos devem ser cultuados, representar satisfação e cultivar o crescimento da autoestima de quem os consome.</p>
<p>“É preciso colocar os produtos em situações inteligentes de merchandising, como eventos. Eles devem fazer parte da cultura e dos valores humanos que precisam ser trabalhados pelas marcas. Já o último P refere-se ao entendimento de que as lojas, muito mais do que vender, são pontos de encontro. As pessoas marcam casamentos em unidades da Apple. Produtos, serviços e lojas são pontos de relacionamento que cultivam redes físicas ou virtuais”, explica Tejon.</p>
<p><span>Fonte: Mundo do Marketing</span></div>
</td>
</tr>
</tbody>
</table>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.decisaonet.com.br/blog/2011/02/23/o-que-e-luxo-para-a-classe-c/feed</wfw:commentRss>
		</item>
		<item>
		<title>STOPMOTION AGENDADO</title>
		<link>http://www.decisaonet.com.br/blog/2011/02/22/stopmotion-agendado</link>
		<comments>http://www.decisaonet.com.br/blog/2011/02/22/stopmotion-agendado#comments</comments>
		<pubDate>Tue, 22 Feb 2011 12:05:24 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Decisão</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[criação]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.decisaonet.com.br/blog/?p=512</guid>
		<description><![CDATA[A Moleskine lançou um filme feito em stop motion, usando suas agendas.
Eu chamo atenção aqui para o agendamento da Ladies Night, que é exatamente como eu gostaria que fossem os livros de receitas, uma mágica sob meus olhos. O video como um topo vale a pena, é um dos stop motions mais geniais que já vi.
(fonte:http://www.assuntoscriativos.com.br)
Assista [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignleft size-thumbnail wp-image-513" title="stopmotion" src="http://www.decisaonet.com.br/blog/wp-content/uploads/2011/02/stopmotion-150x150.jpg" alt="stopmotion" width="150" height="150" />A <strong>Moleskine</strong> lançou um filme feito em stop motion, usando suas agendas.<br />
<a name="more"></a>Eu chamo atenção aqui para o agendamento da Ladies Night, que é exatamente como eu gostaria que fossem os livros de receitas, uma mágica sob meus olhos. O video como um topo vale a pena, é um dos stop motions mais geniais que já vi.<br />
<em>(fonte:<a href="http://www.assuntoscriativos.com.br/">http://www.assuntoscriativos.com.br</a>)</em></p>
<p><strong>Assista o vídeo:</strong></p>
<p><a href="http://vimeo.com/17398038" target="_blank"><img class="alignright size-full wp-image-515" title="stopmotion2" src="http://www.decisaonet.com.br/blog/wp-content/uploads/2011/02/stopmotion2.jpg" alt="stopmotion2" width="520" height="384" /></a></p>
<p><strong>Confira o making of:</strong></p>
<p><a href="http://vimeo.com/17916523" target="_blank"><img class="alignright size-full wp-image-514" title="stopmotion3" src="http://www.decisaonet.com.br/blog/wp-content/uploads/2011/02/stopmotion3.jpg" alt="stopmotion3" width="541" height="384" /></a></p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.decisaonet.com.br/blog/2011/02/22/stopmotion-agendado/feed</wfw:commentRss>
		</item>
		<item>
		<title>Heineken agradece 1 milhão de Likes no Facebook com abraços calorosos</title>
		<link>http://www.decisaonet.com.br/blog/2011/02/18/heineken-agradece-1-milhao-de-likes-no-facebook-com-abracos-calorosos</link>
		<comments>http://www.decisaonet.com.br/blog/2011/02/18/heineken-agradece-1-milhao-de-likes-no-facebook-com-abracos-calorosos#comments</comments>
		<pubDate>Fri, 18 Feb 2011 17:35:01 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Decisão</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Campanha]]></category>

		<category><![CDATA[Digital]]></category>

		<category><![CDATA[abraço]]></category>

		<category><![CDATA[ação]]></category>

		<category><![CDATA[facebook]]></category>

		<category><![CDATA[heineken]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.decisaonet.com.br/blog/?p=504</guid>
		<description><![CDATA[ Mais do que um simples &#8216;obrigado&#8217;, a Heineken queria uma forma calorosa de agradecer aos fãs da marca por 1 milhão de Likes no Facebook.
 O que ela fez? Encarregou um grupo de modelos de distribuir abraços a apreciadores da cerveja em bares de Amsterdam.
Veja abaixo como foi.


]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><span> Mais do que um simples &#8216;obrigado&#8217;, a Heineken queria uma forma calorosa de agradecer aos fãs da marca por 1 milhão de Likes no Facebook.</span></p>
<p><span> O que ela fez? Encarregou um grupo de modelos de distribuir abraços a apreciadores da cerveja em bares de Amsterdam.</span></p>
<p><a href="http://www.youtube.com/watch?v=smO1onPkA3Q&amp;feature=player_embedded">Veja abaixo como foi.</a><a href="http://www.youtube.com/watch?v=smO1onPkA3Q&amp;feature=player_embedded"><img class="aligncenter size-full wp-image-505" title="million" src="http://www.decisaonet.com.br/blog/wp-content/uploads/2011/02/million.bmp" alt="million" /></a></p>
<p><span><br />
</span></p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.decisaonet.com.br/blog/2011/02/18/heineken-agradece-1-milhao-de-likes-no-facebook-com-abracos-calorosos/feed</wfw:commentRss>
		</item>
		<item>
		<title>ASSISTA &#8220;A Day Made of Glass&#8221;</title>
		<link>http://www.decisaonet.com.br/blog/2011/02/17/assista-a-day-made-of-glass</link>
		<comments>http://www.decisaonet.com.br/blog/2011/02/17/assista-a-day-made-of-glass#comments</comments>
		<pubDate>Thu, 17 Feb 2011 11:04:45 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Decisão</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Digital]]></category>

		<category><![CDATA[futuro]]></category>

		<category><![CDATA[vidro]]></category>

		<category><![CDATA[visão]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.decisaonet.com.br/blog/?p=496</guid>
		<description><![CDATA[&#8230;e se pergunte: Será esse nosso futuro?

]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>&#8230;e se pergunte: Será esse nosso futuro?</p>
<p><a href="http://www.youtube.com/watch?v=6Cf7IL_eZ38"><img class="aligncenter size-full wp-image-499" title="vidro1" src="http://www.decisaonet.com.br/blog/wp-content/uploads/2011/02/vidro1.bmp" alt="vidro1" /></a></p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.decisaonet.com.br/blog/2011/02/17/assista-a-day-made-of-glass/feed</wfw:commentRss>
		</item>
		<item>
		<title>Somos os mesmos, tanto no mundo analógico como no digital - pesquisa confirma!</title>
		<link>http://www.decisaonet.com.br/blog/2011/02/16/somos-os-mesmos-tanto-no-mundo-analogico-como-no-digital-pesquisa-confirma</link>
		<comments>http://www.decisaonet.com.br/blog/2011/02/16/somos-os-mesmos-tanto-no-mundo-analogico-como-no-digital-pesquisa-confirma#comments</comments>
		<pubDate>Wed, 16 Feb 2011 11:00:16 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Decisão</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Digital]]></category>

		<category><![CDATA[analógico]]></category>

		<category><![CDATA[comportamento]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.decisaonet.com.br/blog/?p=492</guid>
		<description><![CDATA[Uma pesquisa feita pela TNS com 50 mil internautas de 46 países, inclusive o Brasil, descobriu que, também no mundo digital, homens e mulheres se comportam de maneira diferente. Quer um exemplo? Nada menos que 92% das mulheres entrevistadas tem o hábito de enviar e receber emails enquanto vêem televisao. Elas também parecem ser consumidoras [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Uma pesquisa feita pela TNS com 50 mil internautas de 46 países, inclusive o Brasil, descobriu que, também no mundo digital, homens e mulheres se comportam de maneira diferente. Quer um exemplo? Nada menos que 92% das mulheres entrevistadas tem o hábito de enviar e receber emails enquanto vêem televisao. Elas também parecem ser consumidoras com quem a estratégia de comunicaçao integrada funciona bem. Afinal, chega a 83% o índice das que dizem que procuram sim informaçoes na internet sobre determinadas marcas depois de assistir a um comercial de TV que acharam interessante. Outra descoberta do estudo, que aliás se chama Digital Life, ou Vida Digital, em português, é que elas sao mais propensas que os homens a aceitar a presença de marcas nas redes sociais. Apenas 8% delas avaliam açoes promocionais nas mídias sociais como invasivas. Elas permanecem em média 7 horas semanais navegando em sites como Facebook e Twitter, uma hora a mais que os  homens.</p>
<p>E atençao - entre os produtos que elas mais compram na web estao cosméticos, roupas, calçados, perfumes e&#8230; produtos de higiene e de cuidados para bebês. Aliás, nesta lista nao há nenhuma novidade, nao é mesmo? Pensando bem, todas as conclusoes da pesquisa sao mesmo bem óbvias. Ainda bem. Isso mostra que, cada vez mais, somos os mesmos tanto no mundo analógico quanto no digital.<br />
<em> (fonte:bluebus)</em></p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.decisaonet.com.br/blog/2011/02/16/somos-os-mesmos-tanto-no-mundo-analogico-como-no-digital-pesquisa-confirma/feed</wfw:commentRss>
		</item>
		<item>
		<title>Doepalavras: já são 1.648.325 mensagens de 133 países</title>
		<link>http://www.decisaonet.com.br/blog/2011/02/15/doepalavras-ja-sao-1648325-mensagens-de-133-paises</link>
		<comments>http://www.decisaonet.com.br/blog/2011/02/15/doepalavras-ja-sao-1648325-mensagens-de-133-paises#comments</comments>
		<pubDate>Tue, 15 Feb 2011 11:19:44 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Decisão</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Campanha]]></category>

		<category><![CDATA[ação]]></category>

		<category><![CDATA[hospital]]></category>

		<category><![CDATA[social]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.decisaonet.com.br/blog/?p=483</guid>
		<description><![CDATA[

Em cada paciente com câncer existe uma vontade enorme de viver. Para ajudar a fortalecer essa vontade, pessoas de países tão diferentes como Bósnia Herzegovina, Botswana, Irã, Lituânia, Madagascar, Mayotte, Nepal, Principado de Mônaco, Taiwan, Territórios Palestinos, Yemen, se tornaram aliadas do doepalavras, extraordinária e inédita campanha do Instituto Mário Penna – entidade brasileira que [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;">
<p style="text-align: center;"><a href="http://www.doepalavras.com.br/"><img class="size-medium wp-image-488 aligncenter" title="doepalavrasimp2" src="http://www.decisaonet.com.br/blog/wp-content/uploads/2011/02/doepalavrasimp2-300x99.png" alt="doepalavrasimp2" width="300" height="99" /></a></p>
<p>Em cada paciente com câncer existe uma vontade enorme de viver. Para ajudar a fortalecer essa vontade, pessoas de países tão diferentes como Bósnia Herzegovina, Botswana, Irã, Lituânia, Madagascar, Mayotte, Nepal, Principado de Mônaco, Taiwan, Territórios Palestinos, Yemen, se tornaram aliadas do doepalavras, extraordinária e inédita campanha do Instituto Mário Penna – entidade brasileira que é referência no tratamento de câncer.<br />
Menos de um ano após seu lançamento (08/04/2010, Dia Mundial de Combate ao Câncer), com 1.648.325 mensagens de 133 países (dados oficiais da Map Overlay, computados até 30 de janeiro último), o doepalavras confirma, dia-a-dia, o impressionante sucesso em todos os continentes. Do exterior, os 15 recordistas do envio de mensagens são, pela ordem, Estados Unidos, Portugal, Alemanha, Inglaterra, Espanha, Japão, França, Itália, Canadá, Argentina, Suíça, Singapura, Suécia, Austrália e Holanda.</p>
<h2>A IDÉIA</h2>
<p>O doepalavras surgiu de uma informação médica de que o sucesso do tratamento de pacientes oncológicos está diretamente ligado à sua condição emocional. A RC Comunicação pensou em uma nova forma de trazer mais gente para perto dos pacientes. O inédito sistema, através de mensagens e palavras de força, aproxima pessoas de qualquer lugar aos pacientes da Entidade mineira – que, desde 19 de outubro, disponibiliza gratuitamente o site para qualquer hospital do mundo. Basta obter permissão e dados sobre instalação fazendo contato através do e-mail hospitais@doepalavras.com.br, ou clicando em espaço próprio na capa do site <a href="http://www.doepalavras.com.br/">www.doepalavras.com.br</a>.<br />
Todos os médicos contatados, assim como demais integrantes de corpos clínicos e familiares dos pacientes estão muito animados com os resultados. Mesmo não tendo sido realizada nenhuma minuciosa pesquisa científica depois do início do processo, foi comprovada notável melhora no processo de cura de grande parte dos pacientes.</p>
<h2>MENSAGENS E CASOS EMBLEMÁTICOS</h2>
<p>A inédita e criativa campanha incentiva demonstrações de carinho aos que sofrem com o câncer.  Pensamentos positivos (como o do ex-vice-presidente da República e exemplo de luta como paciente oncológico, José Alencar Gomes da Silva, que escreveu: “Devemos sempre ter fé e confiança. Fé em Deus, confiança nos médicos. Esse é o caminho para alcançarmos o nosso objetivo”) transmitem conforto e acolhimento. De todo o mundo, centenas de líderes, intelectuais, artistas consagrados e figuras proeminentes dos mais diversos setores, também participam do doepalavras.<br />
Em momento algum a campanha pede bens materiais. Ela se diferencia pelo seu sentimento de solidariedade, no qual o apelo é apenas a doação de palavras, de atenção, de amor ao próximo. Como lembra o superintendente geral do Instituto Mário Penna, Cássio Eduardo Rosa Resende, “palavras expressam sentimentos e, por isso, se tornam mais significativas do que o dinheiro. A campanha trás coisas que o dinheiro não pode comprar – como motivação, carinho e solidariedade – ajudando pacientes e familiares a enfrentar o tratamento com mais coragem”.<br />
Curiosamente, apesar da campanha não visar e nem solicitar apoio financeiro, muitas pessoas ligam para o telemarketing da Entidade - telefone (31) 3218-4200 – e se tornam “investidores sociais” do Mário Penna, contribuindo mensalmente com pequenas quantias debitadas em conta telefônica.<br />
São vários os casos “emblemáticos” das reações dos pacientes. Um deles: atento às mensagens transmitidas no televisor, um paciente estava sendo entrevistado por uma emissora de TV, numa das salas de quimioterapia do Hospital Mário Penna. A repórter perguntou se estava gostando. Assentiu com firmeza, mas revelou que não sabia ler. Intrigada, a repórter indagou como estava gostando se não estava lendo. Ele explicou que uma senhora, também paciente, em outra poltrona ao seu lado, lhe falava o que estava escrito. Olhou firme para a jornalista e perguntou se poderia dizer outra coisa. “Claro” – ela respondeu. E ele: “Sabe, já sei o que quero fazer quando sarar. Vou aprender a ler para vir aqui e ficar ao lado de quem, como eu, não entende as letras, para ficar contando tudo de tão lindo que está escrito e quanta gente se importa conosco&#8230;”<br />
Várias novas ações estão sendo planejadas pela RC Comunicação e Assessoria de Imprensa do Instituto Mário Penna, como a publicação de mensagens selecionadas em livro que será remetido, graciosamente, para todas as instituições que cuidam de pacientes oncológicos – que vão conhecer exemplos da energia positiva transmitida por meio das palavras de milhões de pessoas de todo o mundo. Em princípio, o livro será lançado no próximo 07 de abril, véspera do 1° aniversário do doepalavras. Será mais uma forma do Instituto Mário Penna praticar o seu lema: “A sadia emoção de fazer o bem”.</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.decisaonet.com.br/blog/2011/02/15/doepalavras-ja-sao-1648325-mensagens-de-133-paises/feed</wfw:commentRss>
		</item>
		<item>
		<title>TEORIA DAS JANELAS PARTIDAS</title>
		<link>http://www.decisaonet.com.br/blog/2011/02/14/teoria-das-janelas-partidas</link>
		<comments>http://www.decisaonet.com.br/blog/2011/02/14/teoria-das-janelas-partidas#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 14 Feb 2011 10:46:42 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Decisão</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Artigo]]></category>

		<category><![CDATA[janelas]]></category>

		<category><![CDATA[partidas]]></category>

		<category><![CDATA[teoria]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.decisaonet.com.br/blog/?p=478</guid>
		<description><![CDATA[Em 1969, na Universidade de Stanford  (EUA), o Prof. Phillip Zimbardo realizou uma experiência de Psicologia Social.  Deixou duas viaturas abandonadas na via pública; duas viaturas idênticas, da  mesma marca, modelo e até cor. Uma deixou em Bronx, na altura de uma zona pobre  e conflituosa de Nova York e a [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div><span style="font-size: small;">Em 1969, na Universidade de Stanford  (EUA), o Prof. Phillip Zimbardo realizou uma experiência de Psicologia Social.  Deixou duas viaturas abandonadas na via pública; duas viaturas idênticas, da  mesma marca, modelo e até cor. Uma deixou em Bronx, na altura de uma zona pobre  e conflituosa de Nova York e a outra em Palo Alto, uma zona rica e tranquila da  Califórnia. Duas viaturas idênticas abandonadas, dois bairros com populações  muito diferentes e uma equipe de especialistas em Psicologia Social estudando as  condutas das pessoas em cada sítio. </span></p>
<p><span style="font-size: small;">Resultou que a viatura abandonada em Bronx  começou a ser vandalizada em poucas horas. Perdeu as rodas, o motor, os  espelhos, o rádio, etc. Levaram tudo o que fosse aproveitável e aquilo que não  puderam levar, destruiram. Contrariamente, a viatura abandonada em Palo  Alto </span><span style="font-size: small;">manteve-se intacta. </span><br />
<span style="font-size: small;"><br />
</span><span style="font-size: small;">É comum atribuir à pobreza as causas de delito.  Atribuição em que coincidem as posições ideológicas mais conservadoras, (da  direita e esquerda). Contudo, a experiência em questão não terminou aí, quando a  viatura abandonada em Bronx já estava desfeita e a de Palo Alto estava há uma  semana impecável, os investigadores partiram um vidro do automóvel de Palo  Alto. </span></p>
<p><span style="font-size: small;">O resultado foi que se desencadeou o mesmo  processo que o de Bronx, e o roubo, a violência e o vandalismo reduziram o  veículo ao mesmo estado que o do bairro pobre. Por que o vidro partido na  viatura abandonada num bairro supostamente seguro, é capaz de disparar todo um  processo delituoso? Não se trata de pobreza. Evidentemente é algo que tem que  ver com a psicologia humana e com as relações sociais. </span></p>
<p><span style="font-size: small;">Um vidro partido numa viatura abandonada  transmite uma ideia de deterioração, de desinteresse, de despreocupação que vai  quebrar os códigos de convivência, como de ausência de lei, de normas, de  regras, como que vale tudo. Cada novo ataque que a viatura sofre reafirma e  multiplica essa ideia, até que a escalada de atos cada vez piores, se torna  incontrolável, desembocando numa violência irracional. </span><br />
<span style="font-size: small;"><br />
</span><span style="font-size: small;">Em experiências posteriores (James Q. Wilson e  George Kelling), desenvolveram a &#8216;Teoria das Janelas Partidas&#8217;, a mesma que de  um ponto de vista criminalístico, conclui que o delito é maior nas zonas onde o  descuido, a sujidade, a desordem e o maltrato são maiores. Se se parte um vidro  de uma janela de um edifício e ninguém o repara, muito rapidamente estarão  partidos todos os demais. Se uma comunidade exibe sinais de deterioração e isto  parece não importar a ninguém, então ali se gerará o delito. </span></p>
<p><span style="font-size: small;">Se se cometem &#8216;pequenas faltas&#8217; (estacionar em  lugar proibido, exceder o limite de velocidade ou passar um semáforo vermelho) e  as mesmas não são sancionadas, então começam as faltas maiores e logo delitos  cada vez mais graves. Se se permitem atitudes violentas como algo normal no  desenvolvimento das crianças, o padrão de desenvolvimento será de maior  violência quando estas pessoas forem adultas. </span></p>
<p><span style="font-size: small;">Se os parques e outros espaços públicos  deteriorados são progressivamente abandonados pela maioria das pessoas (que  deixa de sair das suas casas por temor a criminalidade), estes mesmos espaços  abandonados pelas pessoas são progressivamente ocupados pelos delinquentes. </span></p>
<p><span style="font-size: small;">A Teoria das Janelas Partidas foi aplicada pela  primeira vez em meados da década de 80 no metrô de Nova York, o qual se havia  convertido no ponto mais perigoso da cidade. Começou-se por combater as pequenas  transgressões: graffitis deteriorando o lugar, sujidade das estacões, ebriedade  entre o público, evasões ao pagamento de passagem, pequenos roubos e desordens.  Os resultados foram evidentes. Começando pelo pequeno conseguiu-se fazer do  metrô um lugar seguro. </span></p>
<p><span style="font-size: small;">Posteriormente, em 1994, Rudolph Giuliani,  prefeito de Nova York, baseado na Teoria das Janelas Partidas e na experiência  do metrô, impulsionou uma política de &#8216;Tolerância Zero&#8217;. A estratégia consistia  em criar comunidades limpas e ordenadas, não permitindo transgressões à Lei e às  normas de convivência urbana. O resultado prático foi uma enorme redução de  todos os índices criminais da cidade de Nova York. </span><br />
<span style="font-size: small;"><br />
</span><span style="font-size: small;">A expressão &#8216;Tolerância Zero&#8217; soa como uma  espécie de solução autoritária e repressiva, mas o seu conceito principal é  muito mais a prevenção e promoção de condições sociais de segurança. Não se  trata de linchar o delinquente, nem da prepotência da polícia, de fato, a  respeito dos abusos de autoridade deve também aplicar-se a tolerância zero. </span></p>
<p><span style="font-size: small;">Não é tolerância zero em relação à pessoa que  comete o delito, mas tolerância zero em relação ao próprio delito. Trata-se de  criar comunidades limpas, ordenadas, respeitosas da lei e dos códigos básicos da  convivência social humana.</span></div>
<p>(Artigo baseado no livro &#8220;Broken Windows&#8221;  byJames Q. Wilson and George L. Kelling)</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.decisaonet.com.br/blog/2011/02/14/teoria-das-janelas-partidas/feed</wfw:commentRss>
		</item>
	</channel>
</rss>

