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Como se forma uma venda

sábado, 8 de agosto de 2009

Uma venda basicamente depende de disponibilizar um produto de valor percebido pelo cliente em relação ao concorrente, a um preço acessível naquele momento. Ajudar a salvar o planeta ou as pessoas também conta.

Agora vamos desmontar esta frase para entender melhor.

A primeira palavra-chave da frase é disponibilizar. O produto tem que estar disponível na prateleira. É a logística, a distribuição adequada. Só pode ser comprado o que está disponível naquele momento. É o SCM (Supply Chain Management). Caso haja uma ruptura (falta) no ponto de venda, o cliente passa a ser consumidor e, dependendo do tipo de produto, compra do concorrente.

Outro ponto fundamental é o produto. Pode ser um produto ou um serviço. Aqui temos a importância de uma equipe de desenvolvimento pensando em como atender uma necessidade ou um desejo das pessoas ou das empresas.

O valor só existe se for percebido pelo cliente. São as vantagens competitivas. Sem isso não há milagre.

Cliente. A empresa deve estar orientada para ele. A pirâmide deve ser invertida. Conhecer e entender suas necessidades e seu modo de pensar facilita bastante.

O preço é um componente do valor. O cliente compara o preço com o benefício obtido com aquele produto.

O momento também é importante. Por isso o crédito, os juros e o câmbio influem também no volume de vendas seja para o consumidor final ou para empresas.

Por último, a sustentabilidade que está cada vez mais sendo o determinante de escolha do cliente, já que todos estão se igualando em qualidade e preço.

PESQUISA INTERESSANTE!

terça-feira, 9 de junho de 2009

São reveladores e surpreendentes os resultados de uma pesquisa inédita que apresentei hoje, durante o FORUM MUNDIAL DE LIDERANÇA, evento promovido pela HSM, considerada a melhor empresa organizadora e promotora de eventos corporativos do mundo.

A pesquisa, realizada pela EMPREENDA em parceria com a HSM, contou com as respostas de 520 altos executivos, lideres de todas as regiões do Brasil e foi realizada entre os dias 15 e 28 de Maio.

O que salta aos olhos na pesquisa:

Grande otimismo com relação ao 2º. Semestre de 2009;

83% acreditam que será melhor que o primeiro semestre;
75% esperam que suas empresas cresçam pelo menos 2% este ano, dos quais 25% acreditam que suas empresas crescerão mais de 10% no ano;
61% pretendem expandir seus negócios;
42% pretendem contratar novos funcionários.

Um maior equilíbrio entre a vida pessoal, profissional e familiar aparece como o 2º. Maior pesadelo (45%) e como o 2º. Maior sonho dos dirigentes (58%). A principal noticia que gostariam de dar a suas famílias seria “teremos mais tempo juntos”.

A execução da estratégia da empresa é apontada como o maior pesadelo, (58% das respostas).

A presença de concorrentes estrangeiros é o pesadelo menos importante.

O maior sonho dos lideres empresariais? Tornar-se um líder melhor (62%).

Os sonhos mais importantes dos lideres empresariais brasileiros são, por ordem de prioridade:
Sonhos para a vida pessoal e para a carreira de cada um (58%);
Sonhos para a empresa onde trabalha (30%);
Sonhos para a comunidade, país, mundo (12%).

Projetos de responsabilidade social não apareceu em nenhum momento como prioridade.

Os sonhos mais importantes para a comunidade e País são:
Educação (68%)

Diminuição da corrupção, impunidade (51%)

O sonho menos importante é o grau de respeitabilidade do Brasil na comunidade internacional (22%).
Os líderes mais admirados pelos lideres empresariais brasileiros são Antonio Ermírio de Morais, Juscelino Kubitschek, Fernando Henrique Cardoso e Jorge Gerdau. O presidente Lula ficou em um modesto 5º. Lugar. Nenhuma mulher foi indicada dentre os 20 líderes mais admirados. Nenhum jovem, nenhum pensador, nenhum artista ou celebridade viva. As indicações são de pessoas bem sucedidas na Era Industrial ou na política. A Era dos Serviços ou do mundo digital não teve indicações.

A boa notícia: 91% discordam da afirmação “homens possuem maior capacidade de liderança do que as mulheres”. Mas 59% ainda acha que “tem gente que já nasce com o dom da liderança. Parece que nasceram para serem líderes”. E 81% ainda considera que “carisma é uma característica fundamental”.

Faça mais que o Combinado!

terça-feira, 9 de junho de 2009

Link do Blog do César Souza (revista Época Negócios)

Entrevistei Reginaldo Bezerra, presidente da GRI - Gestão de Resíduos na Indústria e também da Koleta Ambiental, especializada na prestação de serviços de logística, acondicionamento, coleta, transporte e destinação final de resíduos para a indústria, comércio, organizações de serviços e de serviços de saúde. É a maior empresa da América Latina em seu segmento. Está sempre em busca de novas soluções para clientes preocupados com a destinação ambientalmente correta de seus resíduos.

Leia a entrevista:

1. Como é que a GRI e Koleta prepararam seus líderes para este período de crise e incertezas?

Nós sempre acreditamos que podemos melhorar nossos processos e que podemos superar cada ponto atingido. Isto faz com que não haja temor nos momentos difíceis, pois haverá sempre uma saída e, provavelmente para melhor. É o que os especialistas classificam como “oportunidades nos momentos de crises”. Também, mesmo na época de “vacas gordas”, sempre estivemos focados em custos, pois temos como lema na GRI e Koleta que custos são como unhas, têm que ser cortados continuamente. Estes conceitos, amplamente difundidos com os respectivos líderes destas empresas, fizeram com que não sofrêssemos grandes sobressaltos com a atual crise.

2. Quais os maiores sonhos e pesadelos dos líderes empresariais brasileiros?

O maior sonho de um homem é o Conhecimento e nisso a história bíblica registra muito bem quando o Rei Salomão não hesitou ao escolher de Deus como seu maior bem a sabedoria, ao invés das riquezas. Através do conhecimento, aliado ao bom senso, os líderes tomam decisões com grandes probabilidades de sucesso.Com os efeitos da globalização, com conseqüente expansão dos mercados, ficou mais nítida a necessidade de maior capacitação para o desenvolvimento dos negócios, assim como para atender os anseios dos stakeholders. Quanto aos pesadelos, vejo que a mudança brusca de cenário constitui o maior temor, o fator surpresa joga por terra todo um planejamento feito, principalmente se o líder não estiver bem preparado.

3. Em sua opinião, como será o comportamento da economia brasileira no segundo semestre e quais serão suas ações?

Esta crise pode ser interpretada de duas formas: ou como a história dos índios que juntavam muita lenha para se aquecerem, esperando um rigoroso inverno que viria, baseados nas informações do serviço de meteorologia, onde este, por sua vez, previa um forte inverno devido ao comportamento dos índios de juntarem muita lenha, ou então, pode ser entendida também pelo estouro de uma bolha, onde as coisas demandarão um certo tempo para se assentarem.

De qualquer forma, temos visto que as ações tomadas pelas empresas brasileiras desde o final de 2008, apoiadas pelo governo, estão começando a surtir efeito e, certamente os resultados mais significativos aparecerão já no próximo semestre. Como exemplo, temos a indústria automobilística com a retomada das contratações de novos funcionários. Em nosso caso, mais específico na Koleta Ambiental, os investimentos programados para 2008 ainda não realizados, retomaremos já à partir de julho.

Ouça abaixo, as três dicas que Reginaldo Bezerra gravou sobre o papel do líder na empresa:

Os 10 melhores livros de marketing

domingo, 5 de abril de 2009

Os 10 melhores livros de marketing

Em tempos de criação colaborativa, o jornal americano Advertising Age realizou uma pesquisa com seus leitores para eleger os dez melhores livros de marketing de todos os tempos.

Cerca de 300 pessoas votaram por meio do site de relacionamento LinkedIn ou por email, gerando uma base de mais de 400 títulos. Abaixo, seguem os campeões (vários deles já traduzidos para o português):

1. Posicionamento: a batalha por sua mente, de Al Ries e Jack Trout, editora M.Books

2. Ogilvy on Advertising, de David Ogilvy, editora Random House (importado)

3. As 22 consagradas leis do marketing, de Al Ries e Jack Trout, editora Makron

4. Email, de Matt Beaumont, editora Bertrand Brasil

5. Hey Whipple. Squeeze this: a guide to creating great advertising, de Luke Sulivan, editora John Wiley Trade (importado)

6. Where the suckers moon:the life and death of an advertising campaign, de Randall Rothenberg, editora Random House (importado)

7. Empresas feitas para vencer, de Jim Collins, editora Campus

8. The book of gossage, de Howard Luck Gossage, Jeff Goodby e Bruce Bedinger, editora Copy Workshop (importado)

9. O poder da persuasão, de Robert E. Cialdini, editora Campus

10. Blink, a decisão num piscar de olhos, de Malcom Gladwell, editora Rocco

Três dicas para fazer um video bombar na internet

domingo, 5 de abril de 2009

Gustavo , essa é pra você. Achei muito interessante essa materia sobre vídeos virais e tem tudo haver com nossa conversa na semana anterior…

Por Daniel Hessel | 02/04/2009 - 12:03
Uma quantidade enorme de publicitários e marqueteiros quebram a cabeça todos os dias para bolar um vídeo que se propague em ritmo de epidemia pela rede. É uma tarefa complicada — mesmo porque os internautas tendem a ser bastante arredios a mensagens explicitamente comerciais.

O consultor Matt Cutler, vice-presidente de análise de marketing da consultoria americana Visible Measures, publicou um ótimo artigo sobre o assunto no Advertising Age, com três dicas quer ajudam a garantir o sucesso de um vídeo viral:

1) Faça uma distribuição esperta O processo de compartilhamento de vídeos não se restringe ao You Tube. Há uma diversidade enorme de sites de compartilhamento (a Wikipedia lista 54 deles), cada um com público específico. A questão é escolher o site certo para o tipo de público que se pretende atingir.

2) Valorize profundidade, não a abrangência Campanhas virais bem sucedidas não despejam seu filme em todos os sites possíveis na tentativa de atingir o máximo de audiência. Os vídeos campeões de audiência costumam sair em no máximo cinco sites, com forte trabalho de relações públicas em blogs e mídia especializada. O objetivo é alavancar o vídeo diretamente para a lista dos mais vistos em um número limitado de sites

3) Não mostre tudo Um dos segredos do vídeo viral é deixar um ar de mistério, como acontece em campanhas como a do Jerry Seinfeld e Bill Gates para a Microsoft. Os vídeos mais bem sucedidos da internet deixam sempre aquelas dúvida: será que isso aconteceu mesmo?

Veja abaixo um vídeo campeão de audiência da empresa de celular T-Mobile lançado em janeiro e que já alcançou 7 milhões de pessoas.

T-mobile

O Google vai arrematar o Twitter?

sábado, 4 de abril de 2009

Por Camila Fusco | 03/04/2009 - 09:33
O TechCrunch publicou na noite de quinta-feira que o Google já está negociando a compra do Twitter. Ainda não há um valor acertado, mas existe a probabilidade de que o negócio seja fixado em torno de 250 milhões de dólares. No ano passado, o Twitter recusou uma proposta do Facebook que beirava o dobro desse preço.

Na tarde desta sexta-feira, a blogosfera está ainda mais movimentada a respeito do assunto. O blog All Things Digital disse que a informação não é verdadeira e que as companhias estão, na realidade, em discussões sobre produtos. Já o co-fundador do Twitter, Biz Stone, não confirmou e nem desmentiu a hipótese em seu blog, apenas disse que “não deveria ser surpresa o Twitter manter discussões com outras companhias regularmente sobre vários temas”. “Nosso objetivo é construir uma empresa rentável, independente e estamos apenas começando”, disse.

O que se comenta no mercado é que o real valor do microblogging está nas buscas. Como diz o TechCrunch, o Twitter tem as chaves para o melhor banco de dados em tempo real e para as ferramentas de busca na internet. Se realmente o negócio se concretizar, o Google terá o desafio de fazer dinheiro com o Twitter, assim como ainda batalha para rentabilizar o YouTube, comprado por 1,65 bilhão de dólares em 2006. O serviço fatura cerca de 250 milhões de dólares por ano, representando pouco mais de 1% do faturamento total da empresa.

Na semana passada, circulou a informação de que o Twitter estava buscando um modelo de negócios pago. Seria um modelo em que os usuários pagariam por contas comerciais para receber uma versão ampliada do serviço.

ZEEBO

sábado, 4 de abril de 2009

Acabo de ver no portal exame essa grande sacada da Tectoy Lançar um console Brasileiro capaz de lutar contra a- pirataria. fantástico!!! agora é ver a qulidade dos jogos e dos gráficos.

Um “Wii” made in Brazil
O Zeebo, concebido e patenteado pela Tectoy, inova para driblar a pirataria de jogos e quer conquistar o mundo emergente

Em um mês, os consumidores do Rio de Janeiro serão os primeiros do mundo a poder comprar um novo videogame desenvolvido no Brasil e que tem tudo para representar uma das maiores inovações dos últimos tempos na bilionária indústria dos jogos eletrônicos. O console chama-se Zeebo e é produzido por uma empresa de mesmo nome, controlada pela brasileira Tectoy e que tem como sócia a Qualcomm, companhia americana detentora de tecnologias de mobilidade. A grande inovação do Zeebo não está na qualidade de seus gráficos nem no tipo de jogo que ele oferece. O que o videogame brasileiro traz de novidade - pela primeira vez em todo o mundo - é o sistema de venda dos jogos. Os discos foram abandonados. O Zeebo tem um chip de telefone celular embutido, e os donos do console poderão baixar os games diretamente para o aparelho usando a rede de telefonia móvel. Com esse novo modelo de negócios, o Zeebo quer aproveitar o novo e crescente mercado dos consumidores de baixa renda brasileiros e de outros emergentes - e, ao mesmo tempo, atacar um problema que na prática torna inviável o mercado nesses países: o domínio absoluto dos jogos piratas.

CEO da Tectoy detalha o Zeebo O Zeebo é criação de Reinaldo Normand, um mineiro de 33 anos que começou a carreira como jornalista especializado em games e depois se mudou para o outro lado do balcão. “Outras pessoas podem ter pensado a mesma coisa”, afirma Normand. “Mas eu estava no lugar certo e na hora certa.” O lugar certo é a Tectoy, empresa que ganhou notoriedade no país nos anos 80 e 90 por vender consoles como o Master System, mas que nos últimos anos vinha enfrentando um lento e doloroso declínio. A hora certa foi o início de 2006, de acordo com Normand, que na época gerenciava a equipe que desenvolvia games para celulares e hoje é vice-presidente da Zeebo Inc., em San Diego, na Califórnia. Foram necessários três anos de trabalho e quase 8 milhões de dólares em investimento para que a ideia virasse realidade. Além da equipe brasileira, empresas argentinas, americanas, chinesas, japonesas e francesas participaram do projeto. Agora, a pouco mais de um mês do lançamento oficial, a expectativa é grande - no Brasil e também no exterior.

O mercado de consoles é dominado por gigantes internacionais, como Nintendo (dona do Wii), Sony (do PlayStation 3) e Microsoft (do Xbox 360), mas a estratégia da Zeebo não é concorrer diretamente com os videogames de última geração. A empresa vai concentrar os esforços em consumidores mais jovens, de até 13 anos de idade, e naqueles que não fazem questão dos gráficos hiper-realistas dos aparelhos mais modernos. A ideia é buscar um consumidor que em geral é desprezado pela indústria de games e que acaba comprando um console quando ele está tecnologicamente defasado. Tradicionalmente, os consoles contam com peças desenhadas exclusivamente para os videogames e têm um poder computacional alto, o que lhes garante um ciclo de vida mais longo e permite criar jogos visualmente mais sofisticados. O Zeebo, ao contrário, foi montado com peças de prateleira. O chip da Qualcomm, por exemplo, é usado em celulares. Um dos controles que acompanham o console é equipado com um sensor que traduz os movimentos do equipamento em comandos na tela, chamado acelerômetro, que também é um item encontrado em outros eletrônicos.

Apesar de não ser tecnicamente comparável aos três grandes, a empresa afirma que o modelo de jogos por download pelo ar já permite chamar o Zeebo de equipamento da nova geração. “Não temos nenhuma mídia física, e isso ninguém fez até hoje”, diz Ricardo Clementino, diretor de tecnologia da Tectoy. A sociedade com a Qualcomm, nesse sentido, foi fundamental. Além de ser dona do design de chips usados por fabricantes de celulares de todo o mundo, a Qualcomm trouxe para o Zeebo a base do sistema de software que vai permitir o download dos jogos e os sistemas de controle antipirataria. Os jogos são vendidos somente na loja virtual da Zeebo - que será acessada pela rede da Claro, sem cobrança adicional. Todos os títulos comprados ficam armazenados dentro do console. Mesmo que hackers consigam extrair o arquivo para um pen drive com a intenção de utilizá-lo em outro aparelho, o software será capaz de identificar a cópia ilegal, segundo Clementino.

Do lado técnico, a receita parece sólida. Mas existem dois outros obstáculos essenciais que têm de ser superados para o Zeebo decolar. O primeiro deles é o preço. A Tectoy ainda não anunciou o valor definitivo do console. No fim do ano passado, falou-se em 599 reais. Ainda existe a expectativa de que o preço caia um pouco até o lançamento. Os jogos devem variar de 9,90 a 29,90 reais. São valores mais baixos do que os dos concorrentes da geração atual, tanto no hardware como no software - como comparação, o Wii, console mais barato entre os três, sai por cerca de 2 000 reais por aqui, com os impostos de importação. Mas o mercado de games que importa no Brasil é o da ilegalidade, e no mercado negro é possível comprar um PlayStation 2 por cerca de 400 reais. Mais: o aparelho roda jogos piratas, que custam aproximadamente 10 reais. Ainda assim, vale lembrar que os equipamentos contrabandeados raramente se beneficiam de facilidades como parcelamento e assistência técnica, dois diferenciais que o Zeebo vai oferecer.

O desafio mais importante, porém, é de outra ordem: angariar a comunidade de desenvolvedores de jogos. De nada adianta um equipamento moderno ou cujo modelo de negócios é bem amarrado se não houver jogos de interesse dos consumidores. “Já contamos com 15 empresas para criar jogos, e dezenas de brasileiros demonstraram interesse em criar conteúdo para o Zeebo”, diz o americano John Rizzo, presidente da Zeebo Inc. nos Estados Unidos e responsável pela divulgação internacional da marca. Apesar das declarações otimistas, atrair os programadores não será tarefa simples. Nunca houve tantas plataformas concorrentes. Além dos consoles, há jogos casuais na web, games portáteis e um concorrente que está chamando a atenção de toda a indústria: o combo iPhone/iPod Touch. Mais de 30 milhões de unidades dos aparelhos já foram vendidas, e a Apple anunciou recentemente mais flexibilidade nos modelos de negócios oferecidos para os parceiros maximizarem suas receitas.

Além de ainda não contar com uma plataforma estabelecida, o Zeebo terá de oferecer uma estrutura de apoio aos programadores e, principalmente, regras claras de divisão das receitas. Até agora, o modelo ainda não foi definido. “A intenção é que o criador de jogos fique com pelo menos 50% do valor líquido da venda”, diz Reinaldo Normand, o idealizador do console. Mas, mesmo com as incertezas e a complexidade do negócio de games, depois de muitos anos o otimismo voltou aos corredores da Tectoy, em São Paulo. Até o Dia das Crianças, em outubro, a empresa espera estar presente em todo o país. Depois do Brasil, a expectativa é que o Zeebo seja lançado em outros países, como México, China e Índia. Fernando Fischer, presidente da Tectoy, acredita até mesmo na abertura de capital da Zeebo Inc. em algum momento do futuro. Antes de chegar a Wall Street, porém, a Tectoy vai ter de conquistar milhões de lares emergentes - e, se conseguir essa proeza, terá atingido um sucesso inédito para uma empresa de tecnologia brasileira.

Reduzir Custos com Inteligência

segunda-feira, 9 de março de 2009

Não basta reduzir custos. É preciso administrá-los de modo a reforçar o POSICIONAMENTO ESTRATÉGICO da empresa e fazer isso junto com clientes e fornecedores. É o que defende Robin Cooper em entrevista para a revista HSM Management. Ele trabalhou com Robert Kaplan na elaboração da ferramenta ABC (Activity based cost).

Por exemplo, um hospital que reformula seu processo de internação para torná-lo mais rápido, simples e menos estressante para seus pacientes, obtém uma VANTAGEM COMPETITIVA sobre seus concorrentes e tende a atrair mais clientes. Seu posicionamento estratégico saiu reforçado.
Por outro lado, uma empresa aérea que decide demitir o funcionário que orienta os passageiros sobre que fila pegar no aeroporto, causando stress aos seus clientes, está tomando uma atitude que prejudica seu posicionamento estratégico.

Iniciativas como a da empresa aérea deveriam ser chamadas de PROGRAMAS DE REDUÇÃO DAS RECEITAS. Afinal é isso mesmo que elas fazem.

Para uma gestão de custos alinhada com a estratégia da empresa, é necessário se avaliar toda a cadeia de valor, envolvendo clientes e fornecedores. Em posts futuros vamos ver como fazer isso na prática.

Até lá.

Bons Negócios!

Marketing e Negócios

sexta-feira, 6 de março de 2009

Oi teve crescimento recorde em 2008

A operadora, que conquistou 8,7 milhões de novos clientes, anuncia investimentos de até R$ 6 bilhões neste ano

A operadora de telefonia móvel Oi anunciou nesta quinta-feira, 5, que obteve um crescimento recorde em 2008, com a conquista de 8,7 milhões de novos clientes e um lucro líquido de cerca de R$ 1,2 bilhão. A cifra supera em mais de 3 milhões de clientes a previsão feita no início do ano passado para sua base de usuários.

O ano passado foi estratégico para a operadora, com o lançamento do serviço de telefonia móvel em São Paulo, a aquisição da Amazônia Celular e a anuência prévia para a compra da Brasil Telecom (BrT). No final de dezembro, a empresa contabilizava 40,4 milhões de usuários no total, sendo 2 milhões no serviço de telefonia móvel lançado em outubro, em São Paulo.

A meta para 2009 é direcionar os esforços para a conquista de mercado e a convergência de serviços, com investimentos operacionais entre R$ 5 bilhões e R$ 6 bilhões. Os recursos - que representam a operação integrada da Oi com a BrT - serão destinados principalmente à expansão dos serviços de banda larga, mobilidade e TV por assinatura. O valor, conforme informou a operadora em comunicado oficial, não inclui o montante desembolsado em janeiro na aquisição da BrT, efetivada por cerca de R$ 5,4 bilhões

Visão Estratégica

quinta-feira, 5 de março de 2009

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Confiança, acreditar e ter uma visão privilegiada foram os motivos que fizeram com que o Dimas Automóveis apostasse na contratação do apresentador Gilberto Barros (Leão) para estrelar uma série de campanhas promocionais de Carros Usados. Nada de diferente não fosse o fato desta decisão ter sido tomada em Novembro 2008. “Novembro negro” para concessionárias de automóveis no mundo todo. Junte isto ao fato de SC ter sido castigada com as fortes Chuvas e você pode imaginar a perspectiva naquele momento.

Esta ação, somada a medidas economicas do Governo, fizeram o Dimas atingir suas metas em vendas de carros usados, diminuindo seus estoques e aumentando sua capacidade de vender veículos Okm se aproveitando da Redução do IPI.

Enfim, medidas ousadas e com grande dose de confiança e capacidade de remar contra maré fazem do Dimas Automóveis uma das Melhores Concessionárias Ford do Brasil e a revenda mais conceituada do Estado de Santa Catarina conquistando 8 X o prêmio Top Of Mind.

abraços…