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Decisão Comunicação

Arquivo de 5 de março de 2009

Visão Estratégica

quinta-feira, 5 de março de 2009

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Confiança, acreditar e ter uma visão privilegiada foram os motivos que fizeram com que o Dimas Automóveis apostasse na contratação do apresentador Gilberto Barros (Leão) para estrelar uma série de campanhas promocionais de Carros Usados. Nada de diferente não fosse o fato desta decisão ter sido tomada em Novembro 2008. “Novembro negro” para concessionárias de automóveis no mundo todo. Junte isto ao fato de SC ter sido castigada com as fortes Chuvas e você pode imaginar a perspectiva naquele momento.

Esta ação, somada a medidas economicas do Governo, fizeram o Dimas atingir suas metas em vendas de carros usados, diminuindo seus estoques e aumentando sua capacidade de vender veículos Okm se aproveitando da Redução do IPI.

Enfim, medidas ousadas e com grande dose de confiança e capacidade de remar contra maré fazem do Dimas Automóveis uma das Melhores Concessionárias Ford do Brasil e a revenda mais conceituada do Estado de Santa Catarina conquistando 8 X o prêmio Top Of Mind.

abraços…

Maiores Anunciantes 2008

quinta-feira, 5 de março de 2009

Acompanhe a evolução dos investimentos de comunicação no comparativo 2007 / 2008 que segue abaixo.

Os maiores anunciantes de 2008 no Brasil

A rede Casas Bahia foi, de novo, o maior anunciante do Brasil em 2008.

Segundo levantamento anual do Ibope Monitor divulgado hoje, o grupo investiu R$ 3 bilhões em mídia no ano passado - cerca de 10% mais do que em 2007.

Mas o maior crescimento de investimento publicitário foi do setor automotivo: as montadoras encorparam as cifras de mídia em 35%. E as campanhas de varejo automotivo tiveram alta de 44%.

Todas as principais marcas de automóveis investiram mais em 2008, sendo que o desempenho mais impressionante é o da Hyundai Caoa, com incremento de 82% em relação a 2007. Também cresceram acima da média do mercado a Volkswagen (40%), a Fiat (27%), a Ford (21%) e a Peugeot Citroën (21%). A única que registrou crescimento abaixo da média foi a GM (7%).

O crescimento médio de todo o mercado foi de 12%, com o investimento apurado pelo Ibope Monitor subindo de R$ 51 bilhões para R$ 58 bilhões.

Abaixo, o ranking dos 30 maiores anunciantes de 2008. A lista leva em conta os valores de tabelas que os veículos dizem cobrar, sem considerar os descontos concedidos. Além disso, são desconsiderados os anunciantes govenamentais cujas verbas são destinadas a campanhas públicas.

Top 30 Anunciantes

Jan a Dez 2008

Jan a Dez 2007

em R$ 000

em R$ 000

CASAS BAHIA

3.075.148

2.765.590

UNILEVER BRASIL

1.748.672

1.423.110

AMBEV

655.705

537.030

CAIXA (GFC)

629.180

581.703

FIAT

627.744

493.091

FORD

618.495

512.203

VIVO

509.639

435.623

VOLKSWAGEN

487.561

349.132

COLGATE PALMOLIVE

481.057

401.016

GENERAL MOTORS

470.591

441.208

HYPERMARCAS

468.037

69.667

HYUNDAI CAOA

451.036

247.634

PETROBRAS (GFC)

444.867

396.250

CLARO

422.108

405.957

BCO DO BRASIL (GFC)

403.292

373.151

RECKITT BENCKISER

392.028

254.156

BRADESCO

390.889

389.464

PEUGEOT CITROEN

386.796

319.694

PONTO FRIO

363.003

367.425

ITAU

339.267

296.508

INSINUANTE

336.014

330.533

GRUPO PAO DE ACUCAR

326.720

364.520

COCA COLA

321.271

333.264

OI

289.214

222.402

TIM BRASIL

285.539

275.113

AVON

284.464

250.239

UOL

255.929

247.318

CERVEJARIA PETROPOLIS

250.211

129.631

KAISER

248.092

296.234

HSBC

247.409

258.627

Você enxerga sua empresa como um Sistema?

quinta-feira, 5 de março de 2009

Um dos conceitos básicos de gestão é o de Sistema Organizacional. Ele diz que a empresa é composta de várias partes que se interagem ativamente. Ações isoladas em uma área geralmente perdem a eficácia e o empresário acaba achando que aquela atitude não era correta ou não foi bem executada.

A empresa como um sistema

A empresa como um sistema

Por exemplo, uma empresa X deseja aumentar as suas vendas em 30% este ano. Praticamente todas as áreas da empresa serão afetadas. Caso ela tenha capacidade produtiva ociosa, fica mais fácil. Ela não vai precisar investir tanto na compra de máquinas. Todo o resto será afetado. O pessoal de compras deve rever os seus acordos com fornecedor, tentando ganhar em escala, o marketing deverá apresentar e implementar um plano novo que possibilite alcançar este objetivo (aumentar 30% as vendas). O RH vai ter que contratar e treinar mais pessoas. O financeiro deve captar recursos para o financiamento, se for o caso. E a liderança deve coordenar tudo isso.

A genial Teoria das Restrições, do físico israelense Eliyahu Goldratt e exposta inicialmente no livro “A Meta” (1984), diz que a capacidade produtiva da empresa é definida pela área mais vulnerável (gargalo). O objetivo do gestor é identificar estes gargalos e eliminá-lo. Não adianta cada setor trabalhar no máximo da sua capacidade. Isso só vai gerar trabalho acumulado nos “gargalos”. O importante é que o processo tenha uma fluidez. Para isso todos devem ter o mesmo ritmo.

Pense nisso.

Como uma bactéria salvou a Danone

quinta-feira, 5 de março de 2009

O artigo completo está na HSM de dezembro de 2007.

Com o sucesso do Plano Real as vendas de iogurte praticamente haviam dobrado em 1995, o que inclusive chegou a dar a este produto o status de símbolo da estabilidade econômica. A Danone, maior fabricante brasileira tinha tudo para obter um lucro espetacular. Bem, não foi o que aconteceu. Devido a entrada de vários concorrentes no mercado aquecido, houve uma guerra de preços. Aí já viu, as margens de lucro despencaram. Em 2003 a Danone registrara prejuízo de 25 milhões de reais e ameaçava fechar a operação no Brasil. A chegada de um executivo argentino, Gustavo Valle, porém, mudou tudo em 2 anos. Ao invés de demitir pessoal cortando custos – saída mais ortodoxa em momentos de crise – ele investiu num produto de valor elevado (40% mais caro que os iogurtes normais) mas com um conceito diferente, era um alimento funcional. Seu nome: Actívia. Mas não foi só um bom produto que fez a história diferente. Desde a chegada do novo executivo duas coisas decisivas ocorreram: a) a Danone investiu mais de 100 milhões de reais em campanhas publicitárias (havia 7 anos que a empresa não investia pesado) e promoveu uma reestruturação interna no nível gerencial de alto escalão. Ou seja, a combinação de um bom produto, um time competente e motivado, investimento em marketing e vendas e liderança forte foi o que fez a Danone voltar a dar lucros e bater concorrentes de peso como a Nestlé.

Vale lembrar também que, além do aumento das vendas, as margens também foram aumentadas. A Danone passou a imprimir na embalagem o preço final do produto. No início as vendas diminuíram 20% mas, em 2 meses, voltaram ao normal.

Que isso sirva de exemplo nessa época de crise.

Até a próxima.